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Relacionamento saudável e o que fazer quando o amar vira dor
(*) Adriano de Oliveira
Na adolescência, o amor costuma vir com intensidade e isso é esperado. O problema começa quando a relação vira uma prova de valor em que o adolescente passa a acreditar que só é amado se for escolhido o tempo todo, se tiver resposta imediata, se for prioridade absoluta.
Quando existe insegurança e baixa autoestima, o namoro deixa de ser um encontro e vira um termômetro emocional e a cada demora, a mente cria histórias (“vou ser trocado”, “não sou suficiente”), e a ansiedade pede uma solução rápida como cobrar, vigiar, controlar.
É nesse ponto que surgem as crises amorosas como o ciúme fora de proporção, a necessidade de confirmação constante, as discussões recorrentes, as ameaças de terminar para testar o outro, o pedido de senhas, a checagem de celular, o controle de roupas, as amizades e os horários.
Por trás disso, quase nunca há “maldade”, mas muito medo. Medo de abandono, de rejeição, de não ser bom o bastante, momento em que o controle, que parece trazer segurança, na verdade gera o efeito contrário e aumenta o conflito, sufoca a relação e reforça a crença central de que “eu não sou digno de amor sem garantir tudo”.
É preciso que esse adolescente entre em um processo de reconstrução de base emocional e de gestão de risco relacional. Em vez de apenas tentar “parar de brigar”, o trabalho clínico vai ao núcleo e identifica quais crenças estão sustentando o comportamento?
Muitas vezes, a lógica interna é “se eu não controlar, eu perco” ou “se eu não for perfeito, serei abandonado”, mas quando essas crenças ficam invisíveis, elas comandam as atitudes e quando ficam nomeadas, podem ser questionadas e substituídas por pensamentos mais realistas e funcionais.
Por meio da psicoterapia, o adolescente aprende a diferenciar amor de dependência, cuidado de posse, limite de ameaça e aprende também a reconhecer o ciclo onde os gatilhos (ex.: parceiro online e não responde), geram interpretação (ex.: “não liga pra mim”), impulsionam a emoção (ansiedade/raiva) e o comportamento (cobrança, invasão, teste) leva a consequências (briga, afastamento) e reforços da insegurança (“tá vendo?”).
Com a psicoterapia é possível quebrar esse ciclo com ferramentas práticas para a regulação emocional, tolerância à frustração, comunicação assertiva e construção de acordos saudáveis.
Outro pilar é fortalecer a autoestima de um jeito sustentável, para não inflar ego e assim construir autovalor, afinal quando o adolescente aprende a se tratar com respeito, a ter vida própria, hobbies, amigos, projetos e identidade, ele reduz a necessidade de fazer do relacionamento um alicerce único.
A partir daí, o vínculo deixa de ser uma muleta e vira escolha. Com mais autonomia emocional, diminui o impulso de controlar, e cresce a capacidade de confiar, dialogar e lidar com limites sem catástrofe.
Outro ponto importante para a maturidade afetiva é aprender como pedir o que precisa sem exigir, como lidar com ciúmes sem atacar, como negociar espaço sem interpretar como rejeição e quando necessário, envolver a família de forma estratégica, alinhando comunicação, combinados e proteção, respeitando privacidade e etapa de desenvolvimento.
Não podemos deixar de falar sobre o controle excessivo que pode originar e escalar para comportamentos abusivos, mesmo sem intenção. Por isso, a terapia ajuda a estabelecer um padrão de saúde com respeito, consentimento, limites, e segurança.
Se houver ameaças, intimidação, invasão grave, agressão ou isolamento social, é essencial buscar apoio imediato de responsáveis e, quando indicado, rede de proteção.
No decorrer do processo psicoterápico, o adolescente aprende que amor não é vigilância, mas sim, um vínculo com liberdade e responsabilidade, além de ganhar repertório para viver relacionamentos com menos crise e mais consistência, sem precisar se diminuir, se humilhar ou controlar para se sentir seguro.
Se você percebe que as crises amorosas estão drenando energia, autoestima e paz, uma avaliação psicológica pode mapear o cenário e desenhar um plano de cuidado com objetivos claros, acolhimento e estratégias aplicáveis já nas primeiras semanas.
(*) Adriano de Oliveira,
psicólogo clínico e neuropsicólogo -
CRP: 06/150383
Instagram: @psicologoadrianodeoliveira
Para tudo há uma ocasião certa;
há um tempo certo para cada propósito
debaixo do céu:
- Eclesiastes 3:1
O tempo é um dos bens mais preciosos que temos ao nosso dispor. Com ele podemos fazer o que agrada a Deus e termos dias proveitosos ou podemos negligenciar a Sua vontade e desperdiçar tempo tão precioso da nossa vida. Veja bem, se é tempo de trabalhar e perdemos tempo distraídos com outras coisas, estamos procrastinando e sendo preguiçosos. Mas se é tempo de descansar e conviver, e só pensamos no trabalho estamos falhando em supervalorizá-lo, pondo-o em lugar da família e do descanso, por exemplo.
A Bíblia nos mostra nesta passagem que para tudo há um tempo específico, por isso priorize o que tem real prioridade e assuma a responsabilidade pelo bom uso do seu tempo. Não o desperdice com coisas de menor valor. Procure se organizar, se disciplinar e ter equilíbrio na gestão do tempo. Certamente, você estará mais satisfeito com o seu tempo se perceber o presente que Deus oferece quando Ele lhe dá um novo dia para viver e desfrutar.
Pai, tu és o Senhor do tempo. Sabes de todo o passado, dirige o meu presente e a Ti pertence o futuro. Me perdoa se tenho desperdiçado o meu tempo com coisas sem valor. Por favor, me ajuda a fazer o melhor que posso no tempo certo. Aproveitando sempre as oportunidades de te glorificar com a minha vida, amando e servindo com o tempo que tenho. Obrigado pelo tempo do dia de hoje! Em nome de Jesus, Amém!
Bem-aventurados
os pacificadores,
pois serão chamados
filhos de Deus.
- Mateus 5:9
Você tem pavio curto? Muitas pessoas reconhecem que se irritam com facilidade. Às vezes basta uma palavra mal colocada, um atraso inesperado ou uma atitude de outra pessoa para que a paciência desapareça. O problema é que a ira descontrolada quase sempre deixa marcas: palavras duras, relacionamentos feridos e arrependimento depois.
A Bíblia nos ensina que o verdadeiro seguidor de Cristo é um pacificador. Ser um pacificador não significa ignorar problemas ou fingir que nada aconteceu. Significa escolher responder com sabedoria, domínio próprio e amor, mesmo quando a situação provoca o contrário.
Quando sentimos a raiva crescer dentro de nós, é importante lembrar que as nossas palavras têm poder. Provérbios nos lembra que “a resposta branda desvia o furor”. Muitas discussões poderiam ser evitadas se alguém decidisse parar, respirar e falar com calma.
Jesus é o maior exemplo de pacificador. Mesmo sendo ofendido, injustiçado e perseguido, Ele respondeu com graça e misericórdia. Em vez de alimentar conflitos, Ele trouxe reconciliação entre Deus e os homens. Seguir a Cristo é aprender a agir como Ele agiu.
Ser um pacificador começa no coração. Quando permitimos que Deus transforme nossos pensamentos e atitudes, passamos a reagir de maneira diferente. Em vez de revidar, buscamos compreender. Em vez de atacar, escolhemos construir.
Talvez hoje Deus esteja te convidando a dar esse passo. Antes de responder com irritação, faça uma oração silenciosa. Peça sabedoria. Peça domínio próprio. Peça um coração semelhante ao de Cristo.
Pessoas que promovem a paz se tornam instrumentos de Deus em um mundo cheio de conflitos. E quando escolhemos a paz, não apenas evitamos brigas, também refletimos o caráter de Deus para todos ao nosso redor.
Senhor Deus, transforma meu coração para que eu seja um instrumento de paz. Ajuda-me a controlar minhas palavras, acalmar meu espírito e responder com amor mesmo nas dificuldades. Dá-me sabedoria para agir com mansidão, paciência para ouvir e graça para perdoar. Que minhas atitudes reflitam o caráter de Cristo e levem paz às pessoas ao meu redor. Em nome de Jesus, amém.
pode dizer ao Senhor:
"Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza,
o meu Deus, em quem confio".
- Salmos 91:2
A vida do rei Davi nos ensina que o verdadeiro refúgio não está nas situações favoráveis, mas na presença de Deus. Antes de se tornar rei de Israel, Davi enfrentou momentos de grande medo, perseguição e solidão. Ele foi perseguido pelo rei Saul, precisou fugir para o deserto e, muitas vezes, não tinha segurança humana ao seu redor. Mesmo assim, Davi descobriu algo poderoso: quando tudo parecia instável, Deus continuava sendo um abrigo seguro.
Nos Salmos que escreveu, Davi frequentemente expressa suas emoções com sinceridade. Ele chorava, se angustiava e até perguntava a Deus por que certas coisas estavam acontecendo. Porém, mesmo em meio às lutas, ele sempre voltava seu coração para o Senhor. Davi compreendeu que confiar em Deus não significa ausência de problemas, mas a certeza de que nunca estamos sozinhos no meio deles.
Assim também acontece conosco hoje. Todos enfrentamos dias difíceis: momentos de medo, insegurança, perdas ou decisões complicadas. Muitas vezes procuramos refúgio em coisas passageiras, nas opiniões das pessoas, recursos materiais ou nossas próprias forças. No entanto, esses lugares não conseguem trazer verdadeira paz.
O exemplo de Davi nos convida a fazer algo diferente: correr para Deus. Quando oramos, entregamos nossas preocupações e reconhecemos nossa dependência do Senhor, encontramos descanso para a alma. Deus não apenas nos protege espiritualmente, mas também fortalece nosso coração para enfrentar as batalhas da vida.
Talvez hoje você esteja vivendo um tempo de incerteza. Lembre-se: o mesmo Deus que sustentou Davi continua presente e atuante. Ele é um refúgio aberto para todos que se aproximam com fé.
Quando o coração estiver aflito, busque o Senhor. Nele encontramos segurança, esperança e direção. Em Deus, sempre existe um refúgio seguro.
Senhor Deus, meu refúgio e fortaleza, venho diante de Ti com um coração humilde. Assim como Davi confiou em Ti nos dias de medo e perseguição, eu também escolho confiar. Guarda minha mente, acalma meu coração e guia meus passos. Quando eu me sentir fraco, lembra-me que em Ti existe segurança e esperança. Sustenta minha fé e ensina-me a descansar em Tua presença todos os dias. Em nome de Jesus, amém.
2 batatas médias
1 colher (sopa) de manteiga
3 a 4 colheres (sopa) de leite
2 colheres (sopa) de requeijão
½ xícara de mussarela ralada
Sal a gosto
2 salsichas
2 colheres (sopa) de extrato de tomate Elefante
½ xícara de água
1 sachê de Sazón de carne
Pimenta-do-reino a gosto
1 pitada de sal
1 pitada de açúcar
1 tomate picado em quadradinhos pequenos
2 pães de hot dog
Milho e ervilha (opcional)
Batata palha
Maionese, ketchup e mostarda
Queijo ralado (opcional)
Cozinhe as batatas até bem macias.
Amasse ainda quentes.
Misture manteiga + leite.
Acrescente o requeijão.
Adicione a mussarela e mexa até derreter.
Ajuste o sal.
Ferva a salsicha por 3 minutos e descarte a água.
Corte em rodelas.
Na panela misture extrato + água até dissolver.
Adicione Sazón, pimenta, sal e açúcar.
Coloque a salsicha.
Acrescente o tomate em cubinhos pequenos.
Cozinhe por cerca de 5 minutos.
O tomate solta leve caldo e deixa o molho mais natural.
Aqueça o pão.
Molhe com uma colher do caldo.
Coloque salsicha com molho.
Milho/ervilha.
Purê de queijo.
Molhos.
Batata palha.
JADE JASMINY JASMINE JUSSARA JOICE